ASSTBM e ABAMF solicitam ao Cmdo da BM aumento de vagas CTSP e CBA

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Na tarde desta terça-feira (28), o Presidente da ASSTBM, Aparício Santellano, acompanhado do Diretor de Assuntos Políticos e Institucionais, Alex Caiel, juntamente com o Presidente da ABAMF Leonel Lucas e uma comissão de 3º Sargentos Femininas: Lucena (EEITC), Isabel (FTPCPA), Alba Inês (Policlina), foram recebidos pelo Comandante Geral da Brigada Militar, Cel Sérgio Abreu. O objetivo foi solicitar mudanças nos critérios para promoção das militares femininas.

Ocorre que na Legislação atual para gozar de sua RR, os militares masculinos devem ter computado 30 anos de serviço (25 anos de efetivo serviço podendo averbar 5 anos de iniciativa privada). No caso das mulheres, não está especificado na Legislação o tempo de averbação de contribuição privada. Assim, para não perder suas vantagens, as mulheres são obrigadas a abrir mão do tempo de empresa privada e cumprir os 25 anos de efetivo serviço.

Elas esclarecem que essa solicitação não gera mais ônus para o Estado, haja visto que todas as graduadas recebem substituição por antiguidade. Assim, acreditam ser mais justo compensar o prejuízo que as policiais femininas têm em relação ao efetivo masculino, quanto à averbação de tempo privado.

Para os cursos, a questão da idade, 51 anos, será reavaliada, já que impossibilita muitos brigadianos de avançarem na carreira. Contudo, Cel Sérgio de Abreu ressaltou a melhora nos cursos e o acréscimo de horas. Por exemplo, mais 300 horas para a formação dos Soldados.

O Comandante concorda também com a proposta de ingresso na Brigada Militar mediante curso superior. Assim, os novos 2 mil Soldados que ingressarão na BM em setembro teriam a possibilidade de tornarem-se tecnólogos em segurança. A ideia é no futuro realizar convênios com universidades para efetivar esse projeto, que por enquanto não é possivel tornar realidade.

Cel Sérgio prometeu estudar a matéria, mas não garantiu nada, todavia, salientou, que devido ao ingresso dos novos Soldados na Brigada Militar, bem como, a falta de estrutura adequada em várias Unidades para a realização de Cursos, o que afetaria a qualidade dos mesmos, foi o que motivou a pouca oferta de vagas ao CTSP e ao CBAPM, bem como, a falta de recursos orçamentários.