ASSTBM Livramento presente no Dia Nacional de Lutas

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A Regional da ASSTBM de Santana do Livramento marcou presença no Dia Nacional de Lutas e, como uma das principais protagonistas, participou juntamente com o bloco da Segurança Publica, Sindicatos, Movimentos Populares e demais segmentos do funcionalismo Publico Estadual,  de um grande ato em protesto a PEC 55 e  ao pacote de medidas do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, que, alem de acarretar mais prejuízos com supressão de direitos, criminaliza todos os servidores, que estão enfrentando um verdadeiro terrorismo com parcelamento de salários e a incerteza de receber o que lhes pertence de direito. O ato iniciou com uma caminhada pelas ruas centrais da cidade e concentração na Praça General Osório onde, simbolizando a morte do Estado, em uma replica de ataúde, foram depositadas as medidas e os nefastos projetos que vem em total prejuízo aos servidores e a toda população Gaucha. Professores, alunos e funcionários da UNIPAMPA, que também participaram do protesto, juntamente com demais segmentos de trabalhadores, ocuparam por 5 minutos o Campus da Universidade como forma de protestar contra os cortes que vem acontecendo na área de educação. Por ultimo, na 19ª Coordenadoria Estadual de Educação, foi feita manifestação denunciando a precarização da Educação, Saúde e Segurança, decorrente da falta de investimentos, sendo incinerado um boneco representando  o Governador do Estado, queimando junto a esperança de dias melhores para os servidores e o Povo. No transcorrer de toda mobilização, o Presidente da Regional Livramento foi eloqüente em suas intervenções apresentado dados que contestam o estado de calamidade financeira decretado pelo Governador do Estado e, que, a população deve, também, abraçar esta causa pois a persistir o atual quadro, continuará sendo penalizada, pagando altos impostos e recebendo do Governo, serviços de péssima qualidade. Finalizou conclamando todos os Servidores Militares, ativos e inativos, a se engajarem nesta mobilização sob pena de terem o que lhes resta de direitos suprimidos por um governo que, abertamente, faz campanha apontado o funcionalismo como responsável por uma crise provocada pela própria classe Política.