Regional Pelotas – Jornal Diário da Manhã repercute manifestação de policiais militares

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O Jornal Diário da Manhã da cidade de Pelotas em sua edição de 04 de setembro repercutiu o manifesto das entidades representativas dos policiais militares da cidade e região. O ato desencadeado a nível estadual coordenado pelas entidades da Capital foi executado sob a responsabilidade das Regionais da ASSTBM, ABAMF e por associações independentes.   O evento denominado de SOS Brigada Militar, “ATO EM DEFESA DO POVO GAÚCHO E DA VIDA DOS POLICIAIS MILITARES”, e cujo intento era alertar o povo que em virtude do descaso do governo que atrasa e parcela salários, os operadores de segurança estão sem condições psicológicas de prestar um bom serviço ficando a população correndo riscos, foi divulgado pelo noticioso sob título  “PARCELAMENTO DA VERGONHA”.

Reprodução do texto em sua íntegra:

“PARCELAMENTO DA VERGONHA”

 O contribuinte, como “patrão” do funcionalismo, está envergonhado em cobrar resultados dos seus “servidores” já que não paga o salário dos mesmos. Como exigir que o professor ensine ou o policial prenda?

Na última sexta-feira, a Associação de Cabos e Soldados Policiais Militares (ACSJAR), Associação de Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM), e a Associação de Inativos da Brigada Militar (AIBM) entregaram, pela manhã ao Dr. Marcelo M. Cabral Juiz de Direito do Foro de Pelotas um ofício que questiona a conduta do Governador Sartóri diante da recusa em cumprir as decisões judiciais, o documento exige que ele cumpra as decisões favoráveis aos servidores públicos em todas as estâncias judiciais, que determina o fim do parcelamento dos salários.

A tarde os diretores dessas entidades reuniram-se no calçadão de Pelotas para protestar contra a politica de sucateamento do estado adotada pelo Governo de José Ivo Sartóri. Para o Presidente Neimar da Associação de Cabos e Soldados os brigadianos não estão na rua apenas para protestar contra o parcelamento, o que estamos denunciando aqui é o desgoverno de Sartóri, ele está acabando com a segurança pública e isso tem um reflexo fatal na vida das pessoas, pois sem efetivo, a insegurança toma conta da sociedade e o número de mortes, assaltos, roubos e furtos só aumentam comenta.

O ato de Pelotas foi realizado de forma simultânea com os demais atos espalhados por diversas cidades do estado atendendo uma agenda estadual de manifestações organizada pelas Associações representativas de Classe.

Neste manifesto foi entregue para a população um panfleto que traz no texto um alerta à sociedade “A segurança dos gaúchos está ameaçada”.