Nota de repúdio a coluna de Rosane de Oliveira que tenta colocar a população gaúcha contra a Brigada Militar

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Posicionamentos antagônicos da colunista Rosane de Oliveira ao trabalho da Brigada Militar já não surpreende nenhum policial do Rio Grande do Sul. Colunas notadamente “a pedido”, é uma praxe conhecida da jornalista, sempre com uma opinião volátil, que muda de tendência conforme a ideologia dos que a patrocinam.


Na coluna de sexta-feira(25out) em ZH, nos surpreendeu com mais uma “perola”, desta vez passou de seus transloucados limites, tenta de forma VIL E COVARDE colocar a população gaúcha contra os servidores da BM, falando em privilégios da Brigada Militar. Um dos privilégios que a jornalista deve se referir, é o de morrer para que pessoas como ela tenham tranquilidade, inclusive para atacar profissionais que zelam pela sua segurança.


Privilégio é uma questão de interpretação, NÃO achamos ser uma tarefa privilegiada sair de casa e não ter a certeza se voltará para abraçar sua família, arriscar a vida por pessoas as quais, a indiferença e a insensibilidade é tudo que suas almas torpes conseguem exaurir.

Enfrentar a violência do dia a dia, receber o abandono do estado, ter que lidar com tudo aquilo que da sociedade não quer nem ver. Nosso meio de trabalho é aquele onde ninguém deseja estar. Onde está o privilégio? Onde estão as garantias que os demais possuem, como fundo de garantia(FGTS), jornada de trabalho fixa, direito de greve, hora extra para o período que extrapolar em ocorrências, nos mostre onde você viu privilégios?


Para nós privilégio é ficar dentro do ar condicionado, cercada de seguranças, vendo o mundo por uma janela da esquina da Ipiranga com Érico Veríssimo, sem saber se lá fora é frio ou calor, se é seguro ou não, recebendo um altíssimo cachê para VENDER OPINIÃO.

Aparício Santellano – Presidente da ASSTBM