Entidades tem reunião na Casa Civil para apresentar as demandas.

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Na tarde desta terça-feira (17) a ASSTBM representada pelo seu presidente, Aparício Santellano e Diretor Político Ricardo Agra, juntamente com as demais entidades representantes dos dos Policiais e Bombeiros Militares (ASOFBM, ABAMF e AOFERGS), entregaram ao Chefe da Casa Civil, Artur Lemos, a pauta de reivindicações das entidades, entre elas como prioridade a reposição dos 32% das perdas inflacionárias que já chegam a mais de 60% no período.

Posição do Governo:

  • Quanto aos 32% de reajuste: Será realizado um debate no início do próximo ano, avaliando a situação das contas do estado e o que pode ser feito;
  • Quanto as promoções: O governo encaminhará resposta às entidades até 31 de outubro, pois está aguardando parecer da PGE;
  • Quanto a parcela de irredutibilidade: Governo determinou a PGE parecer sobre o assunto, antes que haja promoções;
  • Quanto aos níveis de Soldado: Governo irá avaliar a situação no próximo ano;
  • Manutenção da Etapa Alimentação: O Governo encaminhará emenda de nº 4 suprimindo o inciso IV, permitindo acúmulo auxílio refeição e etapa de alimentação
  • Quanto ao reestabelecimento dos 3.1 da verticalidade: Será avaliado juntamente com as demais demandas salariais para o próximo ano.


Participaram da reunião, o Secretário de Segurança Pública Sandro Caron, o Comandante-Geral da BM, Cel Feoli, o Sub – Comandante, Coronel Douglas, o Cmt-Geral do Bombeiros, Cel Estêvam e os presidentes das entidades Aparício Santellano (ASSTBM), Roger Nardys (ASOFBM), Paulo Ricardo (AOFERGS) e Potiguara Galvan (ABAMF)


Reunião com o Comando da BM: Anterior a pauta com o Chefe da casa Civisl, as entidades tiveram reunião com o Comando da BM

Comando-geral da Brigada Militar reúne-se com entidades de classe – Foto: Sd Cecilia – EMBM/PM5


A ASSTBM espera que haja solução e que o governo busque a valorização da segurança pública, servidores de primeira hora que nunca faltam às suas responsabilidade e que a população gaúcha pode contar EM QUALQUER SITUAÇÃO.

As entidades desenvolverão ações na sequência buscando pressionar para o avanço das demandas.