Protesto solidário pelo aumento no valor da diária dos salva-vidas da BM

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Durante toda esta quinta-feira (15), os PMs salva-vidas da Operação Golfinho estarão doando sangue para diversos hemocentros  em várias regiões do Estado. Além de colaborar com os bancos de sangue para salvar vidas, esse ato solidário tem o objetivo de chamar a atenção da sociedade para as dificuldades enfrentadas por estes servidores no litoral gaúcho. Em Porto Alegre, no Hemocentro Partenon concentrou-se um grande número de servidores indignados com o baixo valor das diárias. Problemas como a falta de dormitório e alimentação adequada, bem como protetor solar e outras situações precárias, são obstáculos que os brigadianos têm que enfrentar diariamente. O valor de 57 reais de diária não atende satisfatoriamente todas as necessidades dos salva-vidas.

A ASSTBM apóia a causa e esteve no local representada pelo diretor de Assuntos Políticos, Alex Sandro Caiel que destacou que essa é uma luta antiga da entidade e que não é de hoje que há preocupação em buscar solucionar os problemas enfrentados pelos salva-vidas. Caiel destaca que mesmo passando por situações difíceis no exercício da função, os salva-vidas da Brigada Militar não deixarão de continuar zelando pelo bem estar dos banhistas gaúchos, assim na forma de doação de sangue demonstraram, mais uma vez, o seu comprometimento e responsabilidade social, mesmo diante do descaso do governo. A ASSTBM espera que o Executivo garanta condições dignas para o bom andamento dos serviços prestados pelos salva-vidas no litoral e que o valor da diária seja ampliado para no mínimo 100 reais. Lembrando que em novembro a Associação protocolou ofício no Piratini reivindicando reajuste, mas até o momento não houve resposta.

Em Erechim, os sargentos Edmar Wieshaupt, Juliano Garcia, Rogério Alves Garcia – e sua esposa Cristiane Sartori – participaram da mobilização. Com 16 anos de BM, esta a 15ª vez que o sargento Juliano vai trabalhar na Operação Golfinho. O sargento Rogério, que está na corporação há 21 anos, atuará como salva-vidas pela 11ª vez, e sargento Edmar, com 22 anos, integra o grupo pela décima vez. Com a experiência de quem sabe o que terá pela frente nos próximos três meses, o trio espera que a reivindicação seja atendida, já que considera a diária de R$ 57,00 – para estadia e alimentação – valor irrisório. Saiba mais

Assessoria de Comunicação ASSTBM