Gratidão – inglória – caráter – coerência – união – REFLEXÃO, Seja lá o que for….

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Meus Caros colegas, quando nos daremos conta de que, na verdade, tudo depende de nós e somente de nós?  Nós, há nós, quer  dizer, ter coragem, superar diferenças, aprender conviver com quem pensa diferente, não ser radical pregando sempre ser o dono da verdade e assim  sentado julgando e apontando culpados ou denegrindo pessoas e vangloriando-se que não pertence a esta ou aquelas entidades de classe, etc…, achando que que bajulando políticos (manda-lete, carregador de celular, boneco de posto de gasolina, poste de bandeira, etc…) ou associados a grupelhos de partidos do momento logo ali vão estar sozinhos, ou…

Nenhuma novidade nas palavras do novo comandante geral. Nenhuma. O coronel pode ser mestre nisso ou doutor naquilo, não importa, mas todos eles, sem exceção até hoje, assumiram seu cargo máximo e político fazendo promessas utópicas para a sociedade, que nunca esteve e jamais estará preocupada com a situação pessoal e funcional dos policiais. Essa sociedade que tanto cobra e pouco ou nada faz em contrapartida quer apenas segurança; de onde ela vem ou como e por quem é feita, pouco importa. Então, toda vez que se muda o comando e assume um novo político, perdão, um coronel, suas palavras criam um mundo surreal, onde o policial executor da missão fim é feliz e superior ao tempo, onde não existe criminalidade e por aí vai. E o comandante profere tais palavras para satisfazer a omissa sociedade e, é claro, seu chefe, o(a) governador(a). Realmente muito bonito!

Sem utopias ou hipocrisia, talvez um dia tenhamos discernimento e condições práticas (lê-se coragem) de “esclarecer” ao chefe sobre o que ele poderá dizer e prometer em público. Sem vaidades ou empáfia, talvez um dia o chefe se digne a ouvir seus comandados e, do que ouvir, possa expressar à mídia e opinião pública uma síntese do que efetivamente 30 mil policiais estão capacitados a oferecer. Talvez um dia, finalmente, o chefe possa assumir o comando e dizer publicamente (ao governador e à sociedade) que seus policiais estarão aptos ao sacrifício, mas antes é IMPRESCINDÍVEL que tenham o devido e intransferível reconhecimento funcional e resgate de sua dignidade; a partir daí, sairão às ruas e limparão a sujeira deixada por uma sociedade omissa e, muitas vezes, defensora da escória humana.

Mas, como uma utopia, seria sonhar e esperar demais de alguém que assumiu politicamente um posto técnico e prometeu coisas ao chefe que sabe muito bem que não serão cumpridas, lamentavelmente.

Enquanto isso, no front, nós fazemos o impossível para cumprir nossa missão, a despeito dos chefes políticos, omissos e vaidosos que temos… e que trocam de quatro em quatro anos, pregam a discórdia divisionária entre nós e logo a seguir passam ao anonimato, enquanto nós servidores de carreira do Estado e não de políticos, aqui vamos continuar a defendermos a sociedade até morrermos!!!!

A história conta, não sou eu ou aquele, mas aquele que tudo sabe, que sempre acha culpados ou defeitos nos outros, para suas frustações e fracassos que a vida impõe.

– E a vida contribui com certeza! Experimente ficar reclamando, exigindo “direitos”, estes seres continuam sempre na pior e invejando a quem consegue ser feliz, simplesmente!

POR QUE, O QUE IMPORTA NÃO É A ONDE ESTAMOS , MAS SIM PARA ONDE VAMOS!!!

APARÍCIO SANTELLANO

Presidente Estadual da ASSTBM

Postado por Comunicação DEE ASSTBM

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