SOS Bombeiros

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Oficiais da Capital expõem fragilidade da corporação em atender incêndios de grande proporção

Incêndio que destruiu loja na noite de terça-feira, em Porto Alegre, expôs precariedade da corporação

As precariedades — e os nervos — do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul ficaram expostas mais uma vez. O incêndio em uma empresa na zona norte de Porto Alegre — que durou cerca de seis horas até o rescaldo em uma luta contra o tempo para evitar que as chamas atingissem quatro bombas de combustíveis dentro de uma empresa de ônibus — foi mais um exemplo da fragilidade estrutural da corporação para combater o fogo.

O desabafo do major Rodrigo Dutra (leia abaixo), subcomandante da corporação em Porto Alegre e responsável pela área operacional na região, revela um quadro preocupante. Colegas de farda também relataram percalços do cotidiano que envergonham os bombeiros. A existência de apenas uma autoescada, a inexistência de caminhões-pipa, falha nos radiocomunicadores e só uma viatura para cada um dos oito batalhões, quando o necessário seria o dobro, mostra que a realidade pouco mudou desde o incêndio do Mercado Público, em julho passado. O déficit é de quase 600 homens, no mínimo. Hoje a Capital tem 230 bombeiros.

 

Fonte: Kamila Almeida

kamila.almeida@zerohora.com.br

Jornal Zero Hora

 

Veja mais fotos, mapa da estrutura da corporação e leia na íntegra:

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2014/02/oficiais-da-capital-expoem-fragilidade-da-corporacao-em-atender-incendios-de-grande-proporcao-4431684.html

Postado por Comunicação DEE ASSTBM

fragilidade dos bombeiros

                                  Bombeiros tiveram ajuda de civis e de caminhões-pipa terceirizados no atendimentoFoto: Diogo Zanatta / Agencia RBS